BATE PAPO

BATE PAPO

15 setembro, 2011

Um lugar legal para você conversar com gente de todo BRASIL!!! Ligue: 40039387


MODA E DANÇA se misturam...

Westfield Stratford está comemorando 100 anos e para marcar essa comemoração a loja londrina fez um vídeo que conta a evolução da moda e da dança em segundos. Vale a pena assistir, pois além de criativo e interessante o figurino é magnífico!



14 setembro, 2011

40039387...O mais NOVO portal de VOZ do BRASIL... Ligue já e fale com todo BRASIL a custo de LIGAÇÃO LOCAL!!!



Dia do Frevo é comemorado em 14 de Setembro, para quem nunca ouviu falar o "FREVO" é uma dança tipica do estado do Pernambuco localizado a nordeste do Brasil muito famosa em todo o país e exterior.
Esta dança  é derivada de ritmos locais como a marcha, o maxixe e a capoeira. Geralmente a dança é executada durante o Carnaval, e pode ser de duas formas, quando a multidão dança, ou quando passistas realizam os passos mais difíceis, de forma acrobática.
A dança do frevo possui mais de 120 passos catalogados e para executar a dança
sombrinhas ou ‘guarda-chuvas’ multi-coloridos
 são utilizados para beleza dos passos e para manter o equilibrio dos passistas.
O Frevo surgiu no fim do Século XIX , e o seu nome ‘Frevo’ originou-se na palavra ‘ferver’ ou como o povo dizia – ‘frever’, que passou a designar: efervescência, agitação, confusão, rebuliço, centenas de pessoas a ‘ferver’ nas ruas.

13 setembro, 2011


Amanhã se comemora o  Dia da cruz (14/09)

Não se sabe quando a primeira cruz foi feita; depois dos círculos, as cruzes são um dos primeiros símbolos desenhados por crianças de todas as culturas. Algumas das imagens mais antigas de cruzes foram encontradas nas estepes da Ásia Central e algumas em Altai. A cruz na velha religião altaica chamada Tengriismo simboliza o deus Tengri; ela não era uma cruz alongada, lembrava mais um sinal de adição (+).

Os primeiros livros cristãos da Armênia e da Síria traziam evidências de que a cruz se originou com povos nômades do leste, possivelmente uma referência aos primeiros povos turcos. Em velhos templos armênios, algumas influências de estilo turco são encontradas nas cruzes.
Autor: (Desconhecido)
Fonte: (Wikipédia)
Imagem: (Meramente ilustrativa)



A mensagem da cruz

“Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que entregou seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.”  (Jo 3.16).
Jesus, o Filho de Deus, foi enviado a Terra, em carne, para revelar e ensinar a vontade de Deus para todas as pessoas, como também para o perdão dos pecados e para salvação, a fim de reconciliar todos com Deus.
“E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai.”  (Jo 1.14).
Jesus realizava inúmeros milagres, sinais, manifestando o poder sobrenatural de Deus, curava todas as enfermidades físicas e espirituais, destruindo toda obra do mal. Anunciava as palavras que expressam a maravilhosa natureza de Deus: amor, perdão, esperança, graça, misericórdia, verdade, justiça!  
As palavras de Deus anunciadas por Jesus são eternas, devem ser ouvidas, recebidas, guardadas no coração e praticadas sempre no dia a dia, isto demonstra o verdadeiro amor ao Senhor Jesus e uma real obediência à sua vontade.
Todos podem passar por tribulações, mas com Jesus há esperança e refrigério para qualquer problema, há direção e vitória por meio de suas mãos poderosas, pois Ele é Deus!
“No mundo, passais por aflições; mas tende bom ânimo; eu venci o mundo.”  (Jo 16.33). 
Sobre o corpo de Jesus foram causadas feridas, as quais representaram as dores, maldições, e todas as enfermidades espirituais e físicas que podem afetar o ser humano. Assim Jesus levou sobre si, sobre seu corpo todo o mal que poderia afligir o homem em conseqüência dos pecados contra Deus, desfazendo em nós os efeitos do pecado. Jesus assumiu nossa identidade e suportou o juízo retribuitivo que pesava contra nós, devido a todo pecado cometido pelo homem.
“Certamente, ele tomou sobre si as nossas enfermidades e as nossas dores levou sobre si, e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus e oprimido.”  (Is 53.4).
 Com a dolorida e terrível morte de Jesus Cristo na cruz, Deus nos reconciliou consigo mesmo, trazendo ao homem completo acesso a Ele, isto revela as características tão preciosas de Deus: sua graça (favor imerecido), sua misericórdia, seu grande, perfeito, incondicional e eterno amor por nós! Não existe maior amor!
Assim Jesus ressuscitou e ascendeu aos céus e Ele vive hoje à direita de Deus, acima de todas as coisas deste mundo. Isto mostra que todas as coisas estão abaixo de Deus, tendo Ele domínio sobre tudo. Por isso que para Deus nada é impossível! Ele é único, soberano, tremendo, poderoso! 
 
Jesus é o nosso único e suficiente Salvador, Redentor e Mediador entre Deus e o homem! Fomos comprados pelo alto preço do sangue derramado de Jesus, assim pertencemos somente a Ele. Jesus é o nosso único Salvador e nosso Senhor! Jesus é a resposta para todas as perguntas que há em você! Ele conhece seu coração e somente Ele tem o remédio para curá-lo ou satisfazê-lo! 
“Buscar-me eis e me achareis quando me buscardes de todo vosso coração.”  (Jr 29.13).
::Por Renata Di Genova

12 setembro, 2011

Mousse de Chocolate...Uma boa dica para adoçar a sua vida!!!






Mousse de Chocolate Delícia



Mousse de chocolate 
Esta é muito interessante porque é feita com chocolate em pó no lugar do chocolate em barra. Além de ser uma receita mais fácil, fica uma delícia.

INGREDIENTES:

1 lata(s) de leite condensado 
3 colher(es) (sopa) de chocolate em pó
1 colher(es) (sopa) de manteiga  
1 lata(s) de creme de leite  sem soro
3 unidade(s) de clara de ovo em neve



MODO DE FAZER:


Faça um brigadeiro com o leite condensado, o chocolate e a margarina. Deixe cozinhar até que solte da panela. Depois deixe esfriar um pouco e acrescente 1 lata de creme de leite sem o soro e misture bem até ficar uniforme. 
Bata as claras em neve e acrescente ao chocolate com creme de leite, misturando bem devagar. Ponha para gelar até que fique firme e decore com chocolate granulado e cerejas.


11 setembro, 2011

Domingo é dia de conversar com gente de todo BRASIL no CHAT de VOZ...40039387 Ligue já!!!


Leia:SALMO 107.1-43

"Então, na sua angústia, clamaram ao Senhor, e ele os livrou das suas
tribulações." (Sl 107.6.)

Existem algumas vias nas cidades que trazem uma placa logo no seu início:
“Rua sem saída” ou “Beco sem saída”. Isso significa que aquela via não
desemboca em outra, afimm de escoar o trânsito de carros ou passagem de
pedestres. Na verdade, há saída, sim. A saída é a entrada; é óbvio.
Em circunstâncias especiais da vida, muitas vezes as pessoas dizem:
“Não há saída para você.”

E o inimigo aproveita para levar aquele coração aflito ao desespero e a
angústias tais que se chega a pensar em auto-extermínio. Mas isso é mentira!
Há sempre saída para o homem, em qualquer situação. Quando existem
paredes à frente, obstáculos à volta e impedimentos atrás, é tempo de olhar
para cima. O Senhor está esperando que você faça isso.
O belíssimo Salmo 107 nos apresenta muitas situações de angústia, aflição
e “becos sem saída”, mas mostra também a resposta do Senhor quando
clamaram a ele.

Deus sempre livra o aflito e necessitado. Ele tem prazer em ajudar e erguer
todo aquele que o busca de verdade. Experimente clamar agora!
Ao andar errante pelo deserto da vida,
Faminto e sedento, com a alma desfalecida,
Ao se estar preso em grilhões e sombra de morte,
Chega a esperança: Jesus!

Ele quebrou as portas de bronze,
Quebrou as trancas de ferro,
Ensinou o caminho para o perdido,
Fez brotar no deserto a água para o sedento moribundo,
Mananciais fez surgir da terra seca
Para dessedentar a mim, a todo o mundo.

Pai, em ti jamais haverá “becos sem saída”. Tu és a solução para
todos os problemas, a alegria para todas as tristezas e o bálsamo
para todas as doenças. Obrigado por tão grande amor
e provisão. Amém.

10 setembro, 2011

Sábado 22:30 horas você é nosso convidado para o "MOMENTO DE FÉ" no CALDEIRÃO do 40039387

O QUE SERIA DA NOSSA VIDA SEM OS JORNAIS??? JÁ PENSOU???



Saiba como nasceu o primeiro Jornal no BRASIL


Saiba como nasceu o primeiro jornal no do Brasil!!
Em 1808 com a chegada da família real portuguesa ao Brasil, sendo até então proibida toda e qualquer atividade de imprensa — fosse a publicação de jornais,livros ou panfletos. Esta era uma peculiaridade da América Portuguesa, pois nas demais colônias européias no continente a imprensa se fazia presente desde o século XVI.

A imprensa brasileira nasceu oficialmente no Rio de Janeiro em 10 setembro de 1808, com a criação da Gazeta do Rio de Janeiro, órgão oficial do governo português que tinha se refugiado na colônia americana. Pouco antes no mesmo ano, porém, o exilado Hipólito José da Costa lançava, de Londres, o Correio Brasiliense (com S), o primeiro jornal brasileiro — ainda que fora do Brasil. Enquanto o jornal oficial relatava "o estado de saúde de todos os príncipes da europa, (...) natalícios, odes e panegíricos da família reinante"[1], o do exilado fazia política. Embora diferentemente do que muito se divulga) não pregasse a independência do Brasil, e tivesse um posicionamento político por vezes conservador, o Correio Brasiliense foi criado para atacar "os defeitos da administração do Brasil", nas palavras de seu próprio criador, e admitia ter caráter "doutrinário muito mais do que informativo".

A proibição à imprensa (chegaram inclusive a destruir máquinas tipográficas) e a censura prévia (estabelecida antes mesmo de sair a primeira edição da Gazeta) encontravam justificativa no fato de que a regra geral da imprensa de então não era o que se conhece hoje como noticiário, e sim como doutrinário, capaz de "pesar na opinião pública", como pretendia o Correio Brasiliense, e difundir suas idéias entre os formadores de opinião — propaganda ideológica, afinal.

A censura à imprensa acabou em 1827, ainda no Primeiro Reinado. A própria personalidade de D. Pedro II, avessa a perseguições, garantia um clima de ampla liberdade de expressão — em nível não conhecido por nenhuma república latino-americana, graças aos caudilhos autoritários que lá se alternavam. A liberdade de imprensa já era garantida mesmo pela Constituição outorgada de 1824. Escreve Bernardo Joffily: "Cada corrente tem seu porta-voz", mas, ainda assim, "há órgãos apolíticos: o Diário do Rio de Janeiro (1º diário do País, 1821-1878) nem noticia o Grito do Ipiranga. Mas a regra é a imprensa engajada, doutrinária"[2].

O francês Max Leclerc, que foi ao Brasil como correspondente para cobrir o início do regime republicano, assim descreveu o cenário jornalístico de 1889:

"A imprensa no Brasil é um reflexo fiel do estado social nascido do governo paterno e anárquico de D. Pedro II: por um lado, alguns grandes jornais muito prósperos, providos de uma organização material poderosa e aperfeiçoada, vivendo principalmente de publicidade, organizados em suma e antes de tudo como uma emprêsa comercial e visando mais penetrar em todos os meios e estender o círculo de seus leitores para aumentar o valor de sua publicidade, a empregar sua influência na orientação da opinião pública. (...) Em tôrno deles, a multidão multicor de jornais de partidos que, longe de ser bons negócios, vivem de subvenções dêsses partidos, de um grupo ou de um político e só são lidos se o homem que os apoia está em evidência ou é temível."

De fato, os jornais de partidos, ou espontaneamente criados e mantidos por militantes, carecem de organização institucional e de profissionalismo jornalístico. Nos tempos de maior exaltação na campanha republicana (1870-1878 e 1886-1889), surgem dezenas de jornais (que não passam de 4 páginas cada) efêmeros, sem durar mais que alguns meses.

Entre os jornais cariocas da época imperial estavam, em primeiro grau de importância, a Gazeta de Noticias e O Paiz, os maiores de então e os que sobreviveram mais tempo, até a Era Vargas. Os demais foram o Diario de Noticias, o Correio do Povo, a Cidade do Rio, o Diario do Commercio, a Tribuna Liberal, alguns jornais anteriores a 1889, mas de fortíssima campanha republicana, como A Republica, e as revistas de caricatura e sátira: a Revista Illustrada, O Mequetrefe, O Mosquito e O Bezouro. Outros ainda eram o Jornal do Commercio e a Gazeta da Tarde.

O caricaturista, ilustrador, jornalista Ângelo Agostini está entre as maiores personalidades da imprensa brasileira. Numa época em que a fotografia ainda era rara — e cara — o ilustrador tem o poder inegável de construir o imaginário visual da sociedade. Assim, o "Imperador Cabeça-de-Caju" ou o primeiro-ministro gorducho com ar de soberbo são o que a população — e aí, mesmo a massa analfabeta entra — vai consumir e por onde vai se pautar. Ali criou-se uma iconografia simbólica da política no final do Império.

A Revista Illustrada realmente era inovadora. As ilustrações litografadas almejavam ao perfeccionismo e ao mesmo tempo à expressividade. Inova a Revista também por uma diagramação "interativa", com ilustrações sobre o cabeçalho, moldura, etc.. Saía semanalmente e tinha distribuição nacional.
Autor: (Desconhecido)
Fonte: (Wikipédia)
Imagem: (Meramente ilustrativa)

09 setembro, 2011

09/09


No dia 9 de setembro de 1933, através do Decreto nº 23.133, 
que o então presidente Getúlio Vargas criou uma normatização 
para a atuação do médico veterinário e para o ensino dessa profissão. Em reconhecimento, a data passou a valer como o Dia do Veterinário. Mas escolas de veterinária já existiam no Brasil, desde 1910.
É chamada de medicina veterinária a prevenção, o diagnóstico e o tratamento de doenças dos animais domésticos e o controle de distúrbios também em outros animais.



Dia do Veterinário

Profissionais dedicados
Dos animais muito amigos
Conhecem a sua realidade
E também quando estão em perigo
Não tem gato ou papagaio
Periquito ou cachorro
Todos são seus pacientes
E tratados como gente
Como amor e afeição
Carinho e muita atenção.
Cuidando dos nossos "bichinhos"
Eles também cuidam de nós
Pois quando os vemos sadios
Ficamos felizes também
É uma profissão linda
E também abençoada
E a sua clientela
É um pouco complicada
Pois não sabem falar
Muito menos escrever
Mas nem por isso eles deixam
De se fazer compreender.
Parabéns veterinários
Pela sua profissão
Pelo seu dom divino
E a sua dedicação.
Autora: Sandra Mamede






Hoje é também dia da VELOCIDADE...



Você gosta da sensação produzida pela velocidade? Que maravilha
quando não há filas e você é atendido rapidamente. O macarrão é
instantâneo. Seu empréstimo é concedido na hora. Os padrões de
qualidade hoje, medem a rapidez com que você é atendido! Hoje
você recebe rapidamente notificações de erros e dívidas. A velocidade
sem comunhão com Deus acaba gerando a pressa, já percebeu ?
A pressa atropela a oportunidade. Cuidado com a pressa! Jesus disse:
“Importa que façamos as obras daquele que me enviou, enquanto é
dia; vem a noite, quando ninguém pode trabalhar” ( Jo 9:4).
Ele chama a atenção para a oportunidade. Existe um tempo para
cada objetivo na vida. Reconhecer e aproveitar cada momento é uma
atitude sábia. A pressa nos engana levando-nos a pensar que
podemos apressar ou economizar tempo, quando no fim nos rouba o
sabor do momento.
Quanto cuidado você e eu precisamos para lidar com as
oportunidades. A pressa nos deixa ansiosos e passíveis de todo tipo
de precipitação. Aproveitar a oportunidade, sem pressa é atitude
sábia. Deus sempre fala de hoje. Se hoje você ouvir a voz de Deus
não se deixe endurecer pela pressa, pela ansiedade. Um famoso
médico disse: “A pressa não é do diabo, ela é o próprio diabo.”
Deus restaura a perspectiva adequada da vida quando diz: “Pelo que
alegrai-vos, ó céus, e vós que neles habitais. Mas ai da terra e do
mar porque o Diabo desceu a vós com grande ira, sabendo que pouco
tempo lhe resta” (Ap 12:12).
Os que na terra são cidadãos do céu podem se alegrar, mas os que
não experimentam de tal segurança estão sujeito ao diabo, o deus da
pressa, da condenação eterna.
Aproveite a oportunidade hoje de reconciliar-se com Deus, confiando
em Cristo Jesus.


08 setembro, 2011

Bolo de Fubá...Fácil, rápido e barato...Hum.... Que delícia!!!!


Bolo de Fubá


Tipo de Culinária: Sudeste
Categoria: Café da manhã/lanches/festas
Subcategorias: Bolos simples (sem glacê)
Rendimento: 10 porções
Esta receita de bolo de fubá é uma das mais comentadas e elogiadas de todo site. Vale a pena experimentar!


Ingredientes
2 copo(s) de fubá
1 copo(s) de farinha de trigo
1 copo(s) de óleo de milho
2 copo(s) de leite
1 1/2 copo(s) de açúcar
3 unidade(s) de ovo
1 colher(es) (sopa) de fermento químico em pó Royal 



Modo de preparo
Bater tudo no liquidificador . Por último acrescentar a colher de sopa de fermento.Untar uma assadeira grande com buraco no meio. Polvilhar com farinha de trigo. Colocar em forno pré-aquecido, começando a esquentar. Manter o fogo médio. Assa em mais ou menos 20 minutos. 

07 setembro, 2011

07/09 - Aproveite o feriado para dar uma ligadinha para o CHAT de VOZ 40039387 e papear com gente de todo o BRASIL!!!


No dia 7 de setembro de 1822 aconteceu...
 A Independência do Brasil !
Durante um tempo, D.Pedro seguiu ordens da corte portuguesa, mas acabou percebendo que as leis vindas de Portugal pretendiam transformar o Brasil novamente em uma simples colônia.
Os políticos portugueses exigiram que D. Pedro voltasse imediatamente para Portugal.
No Brasil, os defensores da independência iniciaram uma campanha pedindo que o príncipe regente permanecesse em nossa terra.
No dia 9 de janeiro de 1822, D. Pedro recebeu um abaixo-assinado pedindo-lhe que ficasse. Ele atendeu ao desejo do povo declarando: "Como é para o bem de todos e felicidade geral da nação diga ao povo que fico".
Com esse ato, D.Pedro atendeu aos interesses dos ricos fazendeiros brasileiros.
D.Pedro permaneceu no Brasil e esse dia passou para a nossa história como o Dia do Fico.
Os brasileiros continuaram em campanha política para que o Brasil se tornasse independente de Portugal.
No dia 7 de setembro de 1822, D.Pedro fez uma declaração oficial de independência,afirmando assim seu acordo com os brasileiros. Nos meses seguintes, os brasileiros venceram facilmente o ataque das tropas portuguesas, com apoio inglês. Em pouco tempo, vários países da América, que já haviam se libertado do domínio europeu, apoiaram oficialmente nossa independência.
D.Pedro tornou-se o primeiro imperador do Brasil, com o título de D.Pedro I.
O Brasil passou a ser uma monarquia, uma forma de governo em que os poderes são exercidos pelo imperador ou rei.


06 setembro, 2011

06/09 Véspera de FERIADO...Muita AGITAÇÃO... Mas se você não for viajar, ligue para o "POINT DO ENCONTRO" e conheça pessoas de todo o BRASIL... 40039387


6 de setembro Oficialização da letra doHino Nacional

O Hino Nacional Brasileiro foi instituído pelo Decreto 171/1890, de 20 de janeiro de 1890 e a sua letra oficializada pelo Decreto 15.861/1922, de 06 de setembro de 1922. Em 1936, o então presidente Getúlio Vargas determinou a obrigatoriedade da execução do Hino Nacional em todos os estabelecimentos de ensino públicos ou privados do país, através da Lei 259/1936, de 01 outubro de 1936. A obrigatoriedade, estabelecida neste artigo, refere-se aos estabelecimentos de ensino primário, normal secundário e técnico-profissional e às associações desportivas, de radio-difusão e outras de finalidade educativas. Caso descumprisse a lei, o estabelecimento poderia ser fechado.
Por muito tempo, no que diz respeito à maneira como o Hino Nacional deve ser executado, permaneceu valendo as disposições da Lei 5.454/1942, de 31/07/1942. Em uma visão geral, esta lei determina que:
- o andamento do Hino Nacional deverá ser de 120 batidas por minuto;
- é obrigatória a tonalidade de Bb para execução instrumental;
- canto sempre um uníssono;
- nos casos de simples execução instrumental a música será tocada integralmente sem repetição e nos casos de execução vocal, a música deverá ser cantada nas duas partes do poema.
- No Cap. IV, artigo 26 determina que “é vedada a execução de quaisquer arranjos vocais do Hino Nacional, a não ser o de Alberto Nepomuceno, na conformidade do anexo n° 7; igualmente não será permitida a execução de arranjos artísticos instrumentais do Hino Nacional que não sejam autorizadas pelo Ministério da Educação e Saúde, ouvida a Escola Nacional de Música.
- O Cap. VI determina que durante a cerimônia de içamento da Bandeira Nacional, é obrigatória a atitude de respeito, devendo todos ficarem em pé e em silêncio. Os militares deverão fazer continência e os civis deverão descobrir-se (tirar os chapéus). Poderão os civis colocar a mão ou o chapéu sobre o coração. Os estrangeiros também devem seguir estas orientações.
Somente em 1971 encontraremos uma outra lei alterando as disposições da Lei 5.454/1942. Trata-se da Lei 5.700/1971, de 1° de setembro de 1971. As alterações promovidas por esta lei são as seguintes:
- A marcha batida, de autoria do mestre de música Antão Fernandes, integrará as instrumentações de orquestra e banda, nos casos de execução do Hino Nacional.
- Nas cerimônias em que se tenha de executar um Hino Nacional Estrangeiro, este deve, por cortesia, preceder o Hino Nacional Brasileiro.
De uma maneira geral, esta lei sintetiza tudo o que as outras leis anteriores já haviam implementado e também modifica a responsabilidade sobre a concessão de autorizações para execuções artísticas do Hino Nacional. Esta passa a ser agora do Presidente da República, ouvido o Ministério da Educação e Cultura e não mais o extinto Ministério da Educação e Saúde e a Escola Nacional de Música, como determinava a Lei 5.454/1942.
Em 1981, o então presidente João Figueiredo promulgou a Lei 6.913/1981, em 27 de maio de 1981 que considera contravenção o descumprimento do disposto na Lei 5.700/1971, estipulando multa de um a quatro vezes o maior valor de referência nacional (na prática, de um a quatro salários mínimos). Em caso de reincidência, este valor deverá ser dobrado.
Esta é a última lei promulgada que altera a legislação no que diz respeito exclusivamente ao Hino Nacional. Outras leis foram promulgadas, mas se referem aos outros símbolos nacionais. Na prática, todas estas leis continuam valendo pois nenhuma delas foi expressamente revogada.

O símbolo sagrado da Pátria, tal como a própria Bandeira, o Hino Nacional Brasileiro, de Francisco Manuel da Silva – escrito em 1822/23 ou, segundo outros autores, em 1831 – e que a 6 de setembro de 1922, foi oficialmente adotado pela República, já com letra de Joaquim Osório Duque Estrada, não tem sido preservado com a dedicação e o carinho que deveria merecer de todos os brasileiros já que a maioria não sabe sequer a LETRA CORRETA do nosso HINO: